segunda-feira, 2 de novembro de 2015

[REVIEW] Gotham traz à tona a luta pelo respeito às mulheres.



Bridget Pike não poderia ter surgido em uma época mais oportuna. Em tempos de luta pelos direitos das mulheres, nada melhor do que um personagem que defenda isso, certo?


A Vagalume, que originalmente nos quadrinhos, era um homem, foi adaptada para um personagem que não conseguimos odiar, pois seus atos são quase que justificáveis. Após tanto tempo sofrendo na mão de seus irmãos, ela finalmente está livre e precisa aprender a conviver com isso. A única que pode lhe ajudar, é Selina. A futura vilã sabe como é viver nas ruas de Gotham e quer ajudar a amiga.

Parece que depois de ter seu coração partido, a gata ficou um pouco mais “sensível” e disposta a ajudar outras pessoas. Porém, esse instinto solidário pode acabar colocando em risco sua relação com Gordon.
Falando nele, o detetive descobriu o envolvimento do Pinguim nos incêndios e acredito que não demorará muito até que ele chegue em Theo. Esse que aliás já descobriu o plano de Cobblepot. Só nos resta esperar pelo desenrolar da trama.

Nygma se aproxima cada vez mais do Charada. Ed confessar à Srta. Kringle o assassinato de seu ex-namorado e a moça, óbvio, que não aceita bem a situação. Em um momento de desespero, Nygma acaba matando Kristen sufocada. Imagino que agora sua personalidade maligna vá tomar ainda mais espaço.

Mas voltando ao tema principal do episódio: Bridget Pike. Ver os efeitos que os abusos podem trazer à vida de uma pessoa, juntamente com seu trágico final, foi emocionante e nos faz refletir sobre tudo o que foi discutido esse ano em relação à violência. A cena onde ela entra no mercado que comercializa as mulheres, foi forte.


Agora, o ponto mais intrigante do episódio foi o local para o qual a Vagalume foi levada: a Corporação Indian Hill. E ainda mais intrigante, o que a Wayne Enterprises tem a ver com isso? Só digo uma coisa: Dr. Hugo Strange vem aí!


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