Bárbara
chata Kean quer vingança. É o que Theo Galavan oferece a ela no oitavo
episódio de Gotham.
Após
tantos episódios bons em sequência, não foi a melhor aposta fazer um episódio
inteiramente focado na vilã, mas, ela precisava de um desfecho, então...
O
episódio tem como tema central, a questão do bem e do mal que existe em todos
nós. James Gordon, é assim, mas prefere reprimir seu lado obscuro e é
exatamente o que Barbara quer trazer à tona para provar que o detetive não é
tão diferente dos vilões da cidade.
Após
a vilã se entregar à GCPD voluntariamente, Gordon mesmo sabendo que tudo não
passa de uma armadilha, decide que seguir o jogo da vilã, é a maneira mais “sensata”
e fácil de conseguir informações dela.
A insanidade da loira é tão grande que a
ver vestida de noiva na igreja onde se casaria com Jim, nem chega a ser algo
inesperado. Após toda a loucura, Barbara decide se matar. Bom, ela não morreu,
está em coma. Mas, acredito que não aparecerá tão cedo, já que a personagem não
tem mais história para desenvolver.
Galavan
quer convencer Bruce a qualquer custo que ele é a melhor opção para salvar a
Wayne Enterprises, da corrupção que a cerca. Para isso, ele usa o que o garoto
mais quer: o nome dos assassinos de seus pais. Mas, Bruce desiste do acordo
pouco antes de Theo ser preso. Se Galavan realmente sabia algo sobre o crime,
não saberemos tão cedo.
Ed
Nygma precisa enterrar o corpo da Srta. Kringle. Mas como sempre, as coisas não
saem como planejado e ele “precisa” fazer mais uma vítima. No caminho, ele
encontra o Pinguim ferido e precisando de ajuda. Veremos muito os dois
trabalhando juntos. Coisa muito boa vem por aí.






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